No presente momento, e tendo apenas por base as declarações do Primeiro-Ministro ao país, todos os estabelecimentos de atendimento ao público terão de encerrar.

O Primeiro-Ministro excecionou os estabelecimentos de comércio de bens essenciais que exemplificou como sendo supermercados, padarias, farmácias e bombas de gasolina. Contudo, o Primeiro-ministro referiu também que há uma lista de estabelecimentos comerciais que poderão manter-se abertos e que se encontram indicados num Anexo ao Diploma aprovado em Conselho de Ministros. Não havendo ainda acesso a esse diploma, não se consegue, neste momento, indicar quais os estabelecimentos que se podem manter abertos.

No que concerne aos estabelecimentos de restauração, o Primeiro-Ministro expressamente referiu que os mesmos têm de encerrar o atendimento ao público, podendo manter-se a funcionar em regime de take-away ou entregas, ou seja, fazendo a entrega direta das refeições confecionadas ao cliente para consumo fora do estabelecimento.

Ainda segundo as palavras do Primeiro-Ministro, todas as empresas que se mantenham em atividade devem cumprir as normas da Direcção-Geral de Saúde quanto ao afastamento social, as normas de higienização de superfícies e facultar equipamentos de protecção individual (EPIs) aos trabalhadores, garantindo a proteção individual dos trabalhadores.

Em suma, neste momento, não podemos indicar os estabelecimentos que se poderão manter abertos. Logo que o diploma seja publicado, remeteremos nova informação.